domingo, 4 de novembro de 2018

Quadro Didático da Epistemologia e História do Pensamento Geográfico

Uma das atividades que eu mais gostei de elaborar, porque antes do professor pedir, eu já estava montando resumos de cada escola geográfica que era passada, por isso ficou mais fácil pra mim. Demorei pra postar, o professor demorou a lançar a nota, e eu não tinha certeza se estava certa, mas estava. Tirei nota máxima. Aos graduandos da Geografia, atentos, isso ajudaria muito vocês.

domingo, 30 de setembro de 2018

Como faz um artigo?

Olá gente, eu não lembro se já havia comentado aqui, mas estava há um tempo querendo construir um guia simples para ajudar os discentes a construir Artigos. Hoje eu elaborei um, e estou muito feliz em compartilhar com vocês, espero que ajude. Eu construí um no primeiro semestre do meu curso, apresentei em dos eventos, então eu não consigo acreditar que calouros não possam produzir, na verdade incentivo é muito essa produção. Espero que ajude, eu uni informações de quatro palestras que eu fiz parte em um só documento. Foi esse plano que segui pra conseguir chegar na meta que eu havia traçado. Agora é com vocês!!! Pode baixar aqui, em PDF. 

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Seja um protagonista!


Em todas as oportunidades de cursos, palestras e ações que eu posso participar, eu estou participando. O último que entrei, me deu uma nova visão sobre um assunto que era meu e eu não sabia. Por vezes sonhava em entrar em várias atividades que fizessem parte da realidade do meu bairro, pois é nele e para ele que são voltados meus maiores projetos.

Quando nós temos um sonho específico, traçar metas fica muito mais fácil, e eu amo metas, faço de tudo para cumpri-las. Uma delas era me envolver justamente em algo que desse retorno à minha comunidade. Encontrei o Fala Tucunduba (vai ter uma postagem só pra falar dele), que me ensinou a ser um protagonista no meu bairro.

E o que é ser um protagonista? É atuar, modificar e destacar o meio em que você está. Não um protagonismo de mídia, mas um protagonismo real. A faculdade me deu as asas que eu precisava para abraçar os meus planos com mais coragem.

Tudo está se tornando palpável. Vivenciar isso está me dando um novo olhar, tudo está me dizendo que é possível e que é realidade. Não sou adepto do “você não pode mudar o mundo”, pois acho que suas ações, mesmo que pequenas, podem causar um impacto. Pode mudar a vida de alguém, e isso já é mudar o mundo, para melhor.

Um dos meus objetivos é influenciar, é resgatar o jovem do determinismo social, isso sim não é real para ele. E nós, enquanto graduandos, somos totais responsáveis por protagonizar isso e influenciar outros a também protagonizar.



quarta-feira, 19 de setembro de 2018

“Não Te Afoba”


Foi o que eu ouvi de um professor na semana mais desgastante de agosto. Aquilo foi um soco no meu estômago, mas eu aguentei. Passei a noite triste, descontei em tudo e em todos. Muitos trabalhos acumulados depois do retorno da greve e das férias, minha vida estava toda de cabeça para baixo e eu não sabia o que fazer, só queria uma única mensagem que fizesse valer a pena meu esforço de segurar as pontas até ali.

E recebi...

Na seguinte ao ouvir aquela bomba, recebi o e-mail que me faria o garoto mais feliz daquela biblioteca. A carta de aceite do congresso para o artigo que eu havia enviado. Foram meses idealizando apresentar um trabalho no primeiro encontro estadual que eu iria participar, meses estudando, lendo e escrevendo. Não consegui uma orientação direta, mas de pouquinho em pouquinho, consegui fechar o artigo e encaminhar para o evento.

E eu apresentei...

No dia da apresentação eu estava muito nervoso, com medo de dar errado, apavorado que me diminuíssem por ser calouro, mas fui mesmo assim. Eu precisava mostrar ali tudo o que eu tinha aprendido e vivenciado. Eu apresentei, e naquele momento tudo valeu a pena. Foi uma felicidade, um sentimento de dever cumprido, inexplicável. E eu quero que todos possam sentir isso.

Não deixe ninguém dizer que você não pode, por ser novo ou por qualquer outra coisa. Existia um lema comigo na época do cursinho, que nunca saiu de mim. Ele é assim: Se eu quero, se eu posso... eu consigo.

Estudar vale a pena, a pesquisa te deixa uma pessoa melhor. Ler, aprender todos os dias é uma construção, que quando feita com um propósito, é gratificante demais. Tenha um propósito. Tenho um sonho. Execute seus planos. Trabalhe com toda a sua vontade para realiza-los.

Seja calouro, seja veterano, somos gente. Gente que pensa, que lutou para entrar no lugar que é almejado por muitos. Não permita que parem seus sonhos e planos. Produza!



segunda-feira, 16 de julho de 2018

Vida Financeira X Vida Acadêmica X Vida Social


Os três universos que dependem um do outro para serem bem-sucedidos, ou não. Infelizmente a grande maioria dos estudantes dependem dos pais e ainda não conseguiram um emprego/estágio razoável para a sua sobrevivência nesse quadro torto que é a vida e suas vertentes.

Nesse sentido, eu temo que esse número de Jovens Estudantes vive cheios de dúvidas e preocupações, pois, de fato, não há algo solido para se ter segurança na jornada financeira, acadêmica e social. As preocupações que tiram o sono, que te propõe a desistência de tudo, te coloca numa posição de indefesa e submissão, não te permite seguir feliz no plano que, teoricamente, está dando certo... a entrada na universidade. Parecia, para mim, que tudo ia ser diferente. Bom, grande parte sim mudou, mas outras continuam estáticas e a minha necessidade de muda-las aumenta a cada dia que passa.

Buscar estágios, enviar currículos, pensar em como conseguir um sustento fixo mensal de renda... são buscas incessantes que me deixam cada vez mais neurado com tudo. Eu sempre foco na perspectiva de que tudo vai melhorar no próximo mês, que aquele currículo enviado a meses será, enfim, respondido.

Enquanto isso a procrastinação se faz presente e a vontade de não procrastinar também, e nessa, meus leitores, vamos até o início das aulas. Minha faculdade entrou em greve um mês antes das férias, contado que o próximo mês seria o início do segundo semestre, sinto o cheiro do desespero em correr contra o tempo para repor e começar o semestre seguinte. Será uma loucura, mas, por favor, uma preocupação de cada vez, um dia após o outro, vivendo, existindo, e sempre sorrindo.



domingo, 1 de julho de 2018

Realizando Um Sonho!


Desde que eu comecei a me entender como ser humano, algo dentro de mim gritava. Um sentimento de querer mudar o mundo no coração de uma criança que não sabia cuidar nem de si. Mas aquele sentimento nunca passou, cresci, fui me formando humanamente em igrejas, escola, grupos de amigos e até chegar no cursinho eu só sabia o que eu queria, porém, não sabia como...

Ao passar três anos numa briga interna de estudar e procrastinar, percebe que eu precisava ter um foco, e meu sonho pôde ser retomado. No ano de 2017 eu me dei aos estudos de uma forma muito avassaladora (o primeiro post do blog fala sobre esse momento), e em cada estudo, eu sempre, SEMPRE, me imagina repassando ele para alguém, queria mostrar meus resumos para todos os adolescentes e jovens que estavam naquele ano no ensino médio e não sabem por onde começar. Eu só queria ajudar, me via levando essas informações a quem quisesse ouvir, a quem estivesse disposto a aprender. Meu primeiro propósito ao entrar na Universidade era procurar algum movimento social que eu pudesse exercer aquilo que eu planejava, mas nenhum eu de fato me encaixava, até conhecer o Cursinho Popular TF Livre.

No meu bairro (TERRA FIRME) eu encontrei esse grupo de pessoas que planejaram dar aulas de graça para os estudantes da periferia, é ou não é o meu espaço de fala? Bom, e foi assim, conhecendo esse projeto, que fui proporcionado a realizar meu maior sonho. Consegui passar uma aula para oito jovens que pretendem prestar o ENEM e não podem pagar um curso elitizado. Eu vi, no rostinho cansado de cada um deles, a vontade de crescer, de conquistar, de conseguir, seja lá o que for que eles planejam, mas que os motiva a passar um sábado inteiro estudando.

Fui professor, foi um informante. Esse sentimento de realização me motiva a aprender mais e mais para ajudar quantos mais quiserem ajuda. Sou grato pelas minhas oportunidades aparecerem e eu não dispensá-las! E é por isso que eu estou planejando algo, que se der certo, venho contar para vocês de primeira mão. Se eu posso, se eu aguento essa batalha que quero travar, eu vou travar! Eu vou lá e vou fazer! Pois muitos estão dependendo de mim, de uma forma ou de outra, eu estou ali para dar suporte a um rostinho que quer brilhar! Eu sei que esse mundo vai querer bagunçar com tudo, como faz todos os dias, mas se não for assim, nem tem graça!

“Resistência popular da periferia para a universidade”

Terra Firme, Belém-PA



quinta-feira, 7 de junho de 2018

A Militância e a Vida Acadêmica


Todo esse texto foi produzido por alguém que é considerado de esquerda, amo um movimento social, uma luta da periferia. Logo, será total a favor do sentimento ativista, não entenda como indução, mas como um pedido.

Desde quando eu me entendo por gente, sinto um desejo por justiça e por ajudar quem precisa, e isso reflete em mim dentro da universidade. Sempre vi o ensino superior como um mecanismo para ajudar as pessoas, sempre achei que era o que eu precisava para dar procedimento aos meus sonhos e planos futuros (isso é para um outro momento), enfim, eu esperei para entrar numa universidade para pôr em prática o sonho de criança, não que precise esperar tanto, mas eu quis assim.

Ao entrar na UEPA, percebi a falta desse tipo de movimento dentro do meu curso, o que me deixou muito surpreso, porém, depois de idas e vindas, estou em um momento lá dentro onde muito sobre movimentos sociais está nascendo. Uma união por uma causa, um engajamento para que assuntos “delicados”, sejam debatidos.

Mas a onde eu quero chegar? Eu quero te mostrar, meu caro leitor, o que está por trás de alguém que não consegue dormir direito sabendo das causas que precisam de ajuda, estão aí. Um cansaço psicológico, as lutas externas e internas, dentro do próprio movimento e as escolhas que temos que fazer, nos tiram pedaços todos os dias, nos machuca, nos tira a paz.

A dor é constante por coisas que já deveriam ter sido superadas, é aí que devemos procurar forças, em alguém, em algo, para continuar. A questão é que não podemos desistir, não podemos parar. Existe uma criança, nesse exato momento, que depende de você para conseguir sair do buraco que ela se encontra. É a sua mão que vai estar puxando ela daquele lugar. São os seus artigos que vão fazer com que ela seja vista por alguém que também possa ajuda-la.

Portanto, não desista. Toda via, se cure. Não deixe que isso te consuma. Procure ajuda, amigos, algum profissional. Pense que isso tudo vai doer, ou está doendo, mas é para algo maior, para um bem maior! Você é um canal. Você pode. Você não está sozinho, eu estou com você, muita gente está com você.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Procrastinação


Se tu te identificaste com esse título, para agora!! Esse não é o melhor caminho para um acadêmico todo trabalhado na pesquisa, ou para um ser social envolvido na militância. Infelizmente, essa é uma dor vivida por todos nós, e se ela não chegou em você, esperemos que continue assim, mas ela vai chegar.

Adiar as coisas por conta do cansaço é uma ação viciante. Nos envolvemos em mais e mais preguiças sem fim. Esse sou eu nesse exato momento.

Tudo é motivo para não ir, arranjo mil desculpas para não fazer, e, na maioria das vezes, eu não faço mesmo. Porém, sinto uma chateação enorme depois que não cumpro com as minhas metas. (Acabei de lembrar que não as escrevi, e isso me ajudava... mas deixo para outra postagem essa novelinha das metas)

Entretanto, preciso dizer que essa semana eu ultrapassei essa barreira e fui em dois eventos que havia marcado de ir... e olha, foi muito gratificante participar! Aprendi muito sobre artigos (outra postagem) e também tive um bom momento com meus amigos! Aprendi que temos que nos forçar a fazer as coisas, pois esse é o sentido da vida, aproveitar os momentos que nos é dado!!

E quando você já está fazendo, é muito apaziguador. Então faça! Apenas faça! Seja o que for, faça!



sexta-feira, 18 de maio de 2018

Resumo sobre Os Sofistas

Depois de muitos resumos mal feito, o professor decidiu dar uma aula de como fazer um resumo, e pediu um como prova  da primeira avaliação. Nervoso fiquei, mas o trabalho saiu. A única observação foi remeter mais ao autores. Referenciar quem realmente escreveu a obra que eu estava apenas resumindo!

“Eu quero um Resumo desse capítulo” S O C O R R O!


Provavelmente a primeira frase que você vai ouvir no início do seu semestre, é essa. Resumos, resenhas, sínteses, fichamentos... é recorrente que você passe o seu período acadêmico produzindo esses outros textos, que divergem em seus conceitos, mas tem o propósito único de te acrescentar mais conhecimento.

Eu comentei nas ultimas postagens sobre o resumo que meu professor pediu valendo a prova, e eu trabalhei nesse resumo com muita tenção, o resultado foi uma nota linda! Por isso, decidi descrever todo o meu processo de produção e as regras que a gente precisa seguir para conseguir fazer um belo resumo.

Começamos pelo o que o seu professor pediu exatamente em sala. A atenção é primordial aos anúncios dos professores em sala, principalmente quando se trata de trabalho avaliativo. Ao entender o que ele quer, faça.

Partindo do princípio que você entendeu, comece logo a se organizar para fazer, por mais que você pense que tem tempo, você não tem. Então, na primeira oportunidade de ler o texto que irá fazer resumo, leia. Na leitura, comece a fazer pequenos comentários de cada trecho do texto, não deixe nada passar batido, seu professor pediu um resumo de um capitulo, e resumo não é apenas escrever com suas próprias palavras, mas também saber o que escrever com as suas próprias palavras. O que você deve tirar de importante do texto.

Ao iniciar o seu resumo, não se acanhe em chegar com o professor e tirar suas dúvidas. Eu queria saber se poderia dividir o meu resumo em tópicos, como estava no capitulo, e ele disse que sim. Daí, comecei a digitalizar cada síntese de cada tópico.

A síntese é basicamente descrever, em poucas linhas o que o autor quis dizer naquele parágrafo. A utilização de conectivos, aquelas da redação do enem, é muito importante, repito, MUITO IMPORTANTE usar conectivos em todos os parágrafos e de todos os tipos. Assim, seu texto terá uma ligação, uma conexão. E sempre remeta ao autor daquele livro ou capítulo que você está resumindo. É muito importante que você use conectivos que lembrem que nada ali é ideia sua, mas sim dos autores que escreveram de fato a obra resumida (segundo fulano de tal... etc. é desses conectivos que eu estou falando)

Sobre a formatação, seu professor irá lhe indicar qual tipo de formatação ele quer... fonte, tamanho da fonte, alinhamento e etc. no meu caso, meu professor deu uma aula baseada no PDF que eu vou deixar anexado no final da postagem. E não se esqueçam de usar o TAB do seu teclado, para deixar o espaço respeitado no início de cada parágrafo, como eu deixei nesse aqui.

Enfim, essas são minhas dicas para você não pirar no início de um resumo de verdade. É só ler com calma, escrever com calma e buscar ajuda. Eu imprimi meu trabalho uma vez e fui mostrar para alguém mais experiente que eu, e essa pessoa me ajudou com algumas das dicas que passei aqui!! E é isso, não se desesperem, apenas façam o que se pede (nessa situação).

Vou postar o resumo em outra postagem. Beijos, até a próxima.


AULA DO PROFESSOR:

quarta-feira, 25 de abril de 2018

O que aprendi no Trabalho de Campo?


Em uma semana tive dois trabalhos de campo seguidos. Um deles foi conhecer o Movimento Sem Terra (MST), que se acampou aqui na minha cidade, o outro foi conhecer o município de Barcarena, que sofre impactos ambientais causados por grandes empresas... o que aprendi no trabalho de campo?

Primeiramente, é importante dizer que trabalhos de campo são sempre experiências que contribuem para o crescimento do estudante, e é com esse sentido que decido escrever para vocês sobre elas.
Em segundo lugar, vamos as experiências:

1-  RECONHECIMENTO: Tem algum assunto que está sempre recorrente no seu campo de conversas, nas redes sociais, e você até comenta sobre, mas não sabe de fato o que foi ou o que é? Eu mesmo com o MST. O reconhecimento da luta, da dor e das pessoas que compõe esse movimento, me fizeram abrir mais meus olhos. Eu achava que eu estava bem dentro do meu campo de ativismo, quando na verdade, nada sei sobre o que realmente acredito lutar. Olhar nos olhos de cada um, ouvir sobre o orgulho deles, e se emocionar ao ver o que é a realidade deles, te fazem perceber o quanto é profundo as históricas “épicas” que ouvimos desde de criança. É como se o conto de fadas fosse real, e é.

2-  APROXIMAÇÃO: Creio que a intenção dos cursos profissionalizantes, são, de alguma forma, para melhorar a sociedade. Agora, como eu posso fazer isso se não conheço a sociedade em que vivo? Essa foi a oportunidade que tivemos, se aproximar do ser enquanto humano, enquanto semelhante. E essa é, de longe, a melhor forma de aprender a como exercer seu conhecimento na ajuda ao outro. Algo que falta, nessa teia da vida, é a aproximação com o meio, é se sentir parte, pois na verdade, nós somos realmente parte disso tudo.

3-  HUMILDADE: Essa palavrinha simples, que tanto passa por nossa boca, e às vezes achamos que somos, quando na verdade estamos longe disso. Somos estudantes, vamos adquirir experiências, conhecimentos, aprender a falar bonito e crescer financeiramente, se tudo ocorrer bem, mas nunca podemos esquecer que o planeta não é constituído apenas por cientistas e pesquisadores. É necessário permear por todas as classes, e saber falar com cada uma delas, se comportar de acordo com o local que você se encontra e respeitar as realidades, que podem não ser habituáveis à você.

Em terceiro lugar, aproveite seu trabalho de campo, os viva com intensidade, experimente o que tiver ao seu alcance. Nada poderá te tirar o aprendizado de sair da sala de aula e conhecer um ambiente novo!




segunda-feira, 23 de abril de 2018

[TRABALHOS] Resumo sobre Os Sofistas

O primeiro resumo acadêmico do curso... feito duas semanas antes da entrega e sendo concertado até a hora da impressão... kkkk  Mas foi incrível. Desde a leitura até a formatação do texto. Ainda tem muito para aprender e aperfeiçoar, mas fiquei muito feliz com o resultado, espero que o professor também fique!! 

Ainda não recebi ele corrigido, acho que semana que vem ele já vai estar voltando às minhas mãos. Aí eu farei um Come É, bem dinâmico, de como montar um resumo acadêmico, com as correções do teacher. 
Beijão.


sábado, 21 de abril de 2018

Cadê meu tempo que estava aqui?


É isso mesmo, ele sumiu!!

É incrível como nos percebemos sem tempo para nada no decorrer da semana. A faculdade é entrega, e nessa entrega notamos o tanto de coisa que abrimos mão, que deixamos passar... de certo que vão haver semanas loucas como as que eu estou tendo.

Trabalhos, seminários, reuniões, viagens e etc. como conciliar tantos eventos em uma semana só? O pior é quando num mesmo dia você se depara com eventos consecutivos. Acaba um e corre para o outro, mas sem deixar a coroa cair. Até banho na facul rolou!!

É sufocante, porém gratificante. Hoje percebi o quanto cresci nessas semanas corridas que passaram. Sou grato. O momento é esse mesmo, de se entregar e observar o lado bom das coisas. A sua evolução significa passos dados para a construção do seu sonho, então segue e não para.

Deixa que vai aparecer uma brecha num sábado, ou uma greve de ônibus para te deixar respirar, para quem caminha bem, sempre vai haver flores no meio do caminho, você vai olhar e vai sorrir e continuar.

Se deixe sentir as experiências. Se permita sorrir. Se estresse, grite. Mas não esqueça o seu propósito. Você conseguiu o que muitos tentam. Você já venceu guerras. Administrar o tempo é mais uma delas, procure ajuda, caso necessário. 
O medo e o susto são normais, os sinta também, contudo, passe eles para o lado, pois você vai muito além deles!

É tempo de cansar. O tempo de relaxar também vai chegar.


[...] Tempo de buscar, e tempo de perder; 

tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; 

tempo de estar calado, e tempo de falar; [...]


domingo, 1 de abril de 2018

Cuide-se


Entrar na faculdade é um grande desafio por conter, em um só lugar, vários outros desafios. Há os que já chegam com sobrecargas e há os que com certeza vão adquirir no meio do caminho algum transtorno emocional. Ou seja, é inevitável, contudo, existe maneiras de conseguir superar esses obstáculos também...

Eu estou sem dormir direito há dias e suspeito que seja pela nova rotina que a universidade nos proporciona. Sim, estou muito feliz, mas nem tudo são flores... é incrível como você passa a ser visto depois que entra na faculdade. É como se a sua vida se resumisse a ela e apenas quando você adentra as famigeradas portas da instituição conquistadas é que se vive. Entretanto, sabemos que é bem mais que isso.

As pressões de você para você, da família, da rua, de pessoas desconhecidas, diminuem de intensidade visível, e passa a ser um pouco mais velada, porém com o mesmo grau de corrosão. Mesmo com tão pouco tempo, as responsabilidades que passam a sobrevir sobre você, são muitas e são elas que temos que aprender a lidar.

Primeiro de tudo, pare de se martirizar todos os dias com as pencas de trabalho que tens para fazer, comece a olhar as coisas boas que estão bem a sua frente.

É assim que eu sobrevivo todos os dias dentro da minha universidade. Me programo para tirar só o que me fortalece, olhando sempre para o outro lado, o lado que vai me fazer sentir paz. Foco no RU (Restaurante Universitário), nos assuntos que eu gosto, nas amizades, nos lugares bonitos, e assim, continuo indo com muito prazer. Mesmo tendo que pegar dois ônibus para ir, e mais dois para voltar. É abraçando o lado bom, mesmo que idealizado, que se consegue não desistir.

Buscar ajudas secundarias também me ajudam. Idas ao psicólogo, amigos, família, instituições religiosas... não é feio pedir ajuda, pelo contrário, é de tamanha importância que procuremos ajuda. Somos humanos, temos dias bons e ruins, todos nós, não é um privilégio meu achar que tudo deu errado.

No mais, respire fundo e continue. A youtuber JOUT JOUT, me respondeu em uma entrevista ao ser questionada sobre o que fazer quando achar que não estamos evoluindo. Para ou continua? Ela simplesmente disse que: “Eu tiro um dia do mês para chorar! Janto, e vou dormir. No outro dia, acordo e penso “vamos continuar”. ” Apenas continue se permitindo a chorar ou errar, e no outro dia, continue. 
No fim, tudo dará certo...



sexta-feira, 23 de março de 2018

[TRABALHOS] O Primeiro Seminário - A História da Sociologia

O primeiro seminário com um parabéns da profa, a gente nunca esquece. No fim, ela pediu um resumo do seminário por escrito e cada integrante escreveu uma parte. E também o primeiro trabalho realmente em grupo, com suas tensões, mas que no fim deu tudo certo. 

Problemas com horário de entrega e de oposições de opiniões, sempre vão acontecer, então lide só o necessário com isto. Joga o astral lá em cima e segue o baile.

sábado, 17 de março de 2018

A Sala e a Turma, o Curso e o Grupo


Quando se entra em um mundo totalmente diferente do seu normal, diferente nos sentidos mais loucos a se pensar, é necessário se adaptar. O meio é agora o seu determinante e você precisa supera-lo para sobreviver. Essa é logica da faculdade.

É uma selva, que você mesmo escolhe entrar, e lá dentro você tem que sobreviver seus quatro, cinco anos (ou mais), e chegar inteiro (ou não) no final do percurso para pegar um canudo. Essa é a meta.

Nesse ínterim, há os seus companheiros de selva, aqueles que escolheram, assim como você, ingressar na mesma ilha dos sonhos. São eles que passarão pelas mesmas provas, uns com mais facilidades, outros com menos, porém, todos passarão pelo mesmo sentimento.

Vamos nos voltar para eles, os nossos colegas de curso. Felizmente ou infelizmente, é com eles que serão suas maiores interações durante todo o trajeto dessa caminhada. Os professores farão grupos, e você cairá com quem menos você foi com a cara, ou terá um líder que não comanda nem a vida dele, ou vai lidar com aquele integrante chato que vai querer te derrubar, ou simplesmente é você que não vai estar nem aí para ninguém.

Embora você tenha suas opiniões, suas raivas e suas manias, é importante que se coloque na posição de aluno de uma universidade. Nesta, há todo tipo de pessoa, inclusive, o mesmo tipo que o seu. Portanto, tente não ser um embuste.

Ninguém nunca sabe o que o outro passou para entrar ali, ou está passando para permanecer. Procure ser gentil, os sentimentos ao seu redor são tão complexos quanto os seus próprios sentimentos. O outro também e feito do mesmo material que você, e eu sei que você também é de chorar algumas vezes, eu sou. Logo, a palavrinha que tanto ando ouvindo esse ano, se encaixa perfeitamente no contexto...

...Alteridade. O contato com o outro é muito importante, o respeito ao espaço do seu companheiro, é imprescindível. Todos terão seu lugar, seu momento, então se permita achar o seu, conforme a sua capacidade, sem precisar ferir o coleguinha.

Não guarde mágoas, não leve tudo para o lado pessoal, não se sinta atacado, não subestime, não se subestime. Respeite. Respire. O fim de todo semestre, sempre será o fim de todo o stress... até que venha o próximo, e o próximo, e o próximo, até que consigas sair dessa selva.

Desse modo, acumular dores só vai te atrasar. Aproveite tudo e se permita viver cada segundo, cada raiva. Sim, pois elas te farão ser o profissional que você será designado a ser.

P.s.: não mate ninguém no processo.


quarta-feira, 14 de março de 2018

[TRABALHOS] Explicando Protágoras

Ou tentando... no primeiro semestre de Geografia você não dá quase nada de Geografia. Primeiro como um geógrafo deve pensar, e depois como ele deve agir, Deve ser assim em todos os cursos, ou parte deles. No meu caso, a Introdução à Filosofia é uma matéria empolgante. Os questionamentos, pensamentos e seus derivados, nos permite a entrega ao pensar crítico, nos dando uma visão ampla do entendimento do universo e do ser em si.

Segue a explicação resumida da frase "O homem é a medida de todas as coisas." 

terça-feira, 13 de março de 2018

Os Primeiros Trabalhos


O primeiro semestre dentro da universidade é algo um tanto libertador, depende de como você está se preparando para ele. Na verdade, não se prepara, se adapta. E no meu caso, a adaptação foi natural. Embora o pânico da primeira semana, o primeiro mês me deixou em casa...

Rápido percebi que a rotina acadêmica é a minha praia. Ok, é uma penca de trabalhos que eu desejaria muito que não tivesse. Lógico que eu preferiria estar num lugar lindo, com muita comida e as pessoas que eu amo ao meu lado. Mas ainda não pulamos para essa fase.

Essas duas semanas que passaram, houveram duas exposições de trabalhos e apenas entregas de outros. Mas essa postagem é para falar da experiência da apresentação em sala de aula universitária. A melhor sensação do curso até agora: apresentar um trabalho e ser elogiado por ele. Meu grupo foi excelente, todos os que o compõem tem uma postura de profissionais quando estão lá na frente, e sou muito grato por fazer parte dele.

A vontade é de fazer mais trabalhos, de produzir mais. Gente, é incrível o conhecimento que se adquire ou se aperfeiçoa mais e mais com a produção de trabalhos e a leitura dos textos. Isso parece bem “nerd” de dizer, mas não passa de um aluno empolgado com tudo de novo que está acontecendo.

Esse gás é difícil de manter, mas o que vai nos fazer focar em crescer, são as nossas metas. Estabelecer um esboço mental (ou escrito) do que queremos para as nossas vidas. Compreender que a faculdade é um mundo magnifico, mas é só uma das fases que temos que passar.

No mais, à espera dos novos capítulos. Daqui a pouco devo estar aqui, descrevendo a raiva que vou estar dos trabalhos e dos meus colegas de grupo, mas isso é para um outro momento.
                
“O respeito ao outro é o caminho à paz mundial... ou pelo menos para o meio em que você está sobrevivendo. “









segunda-feira, 12 de março de 2018

[TRABALHOS] Resumo do Filme A Missão - Antropologia Cultural

Esse é um dos meus primeiros trabalhos. Sem correção, sem padrões. Apenas um resumo básico do filme. Foi à matéria de Antropologia Cultural, cuja estudamos o homem e seus costumes na sociedade.

Uma das aulas que eu mais amo assistir e participar!

domingo, 11 de março de 2018

Daily Part One


Não posso negar que ser chamado em duas universidades públicas, com uma boa colocação, num curso lindo, me deixaram cheio de orgulho de mim, porém, ainda estava ligado a pressão social “do curso de verdade”. Então esperei para ser chamado em Direito, e quando não aconteceu, fiquei triste sim. Não esperava que quisesse tanto o Direito, até não poder ter ele. Eu sabia que não foi por conta do meu estudo, por que cara... se tem uma coisa que eu fiz em 2017 foi estudar. Dei o meu melhor... (sobre isto, vou falar em outro momento) por isso senti que não era mesmo para eu entrar na tal da primeira opção. Eu tive que aceitar isso, doeu muito, mas tive que aceitar.

E chegou meu primeiro dia de aula, um medo incontrolável tomou conta de mim nos meus primeiros passos naquela Universidade. Eu só queria sair correndo dali e encontrar o abraço do meu amor que estava me esperando em casa, entretanto eu continuava caminhando, tentando conhecer o lugar, tentando me achar, mas realmente não conseguia ver nada além do cheiro de cigarro, das pessoas gritando e do clima assustador que ali pairava. Eu só pensava em uma coisa: “preciso trancar a faculdade. ” Sim, no meu primeiro dia de aula.

Mas aí... me dei uma semana de pausa. Conversei com o meu amor e ouvi frases de incentivo, conversei com a melhor parte de mim, e dela ouvi a frase que me deu calma para a semana seguinte: “te permite ir mais um dia” então eu me permiti.

Daquela segunda–feira em diante, algo novo me preencheu. Algo forte. Algo que eu sabia sentir, mas não sabia explicar! Me apaixonei por cada professor, por cada colega de classe, pelos assuntos e por todos os trabalhos passados. Foi um sentimento que se enraizou e não vai mais sair. Ainda farei Direito, é um projeto de vida, mas antes, passarei por tudo o que está me sendo dado, passarei com alegria, mesmo nos dias de dor, pois fácil não será, disso eu sei.

Esse é um pouco de mim, na era 2018. Cursando o primeiro semestre de Geografia na Universidade Estadual do Pará. Com 19 anos (ainda), e totalmente inspirado em fazer do mundo, um lugar melhor.

“O que diferencia as pessoas são as oportunidades, aproveite a sua. ”
Parafraseado de V. Daves.