Uma das atividades que eu mais gostei de elaborar, porque antes do professor pedir, eu já estava montando resumos de cada escola geográfica que era passada, por isso ficou mais fácil pra mim. Demorei pra postar, o professor demorou a lançar a nota, e eu não tinha certeza se estava certa, mas estava. Tirei nota máxima. Aos graduandos da Geografia, atentos, isso ajudaria muito vocês.
O Eu Universitário
Eu quis trancar a universidade na primeira semana que eu entrei. Até que me permitir ir mais um dia, e agora estou completamente apaixonado por ela. A história que eu vou contar é em tempo real. Mostrar o que me ajudou a ficar e tudo o que produzi depois disso. Isto pode te entediar, ou te fazer muito grato. Depende sempre do referencial.
domingo, 4 de novembro de 2018
domingo, 30 de setembro de 2018
Como faz um artigo?
Olá gente, eu não lembro se já havia comentado aqui, mas estava há um tempo querendo construir um guia simples para ajudar os discentes a construir Artigos. Hoje eu elaborei um, e estou muito feliz em compartilhar com vocês, espero que ajude. Eu construí um no primeiro semestre do meu curso, apresentei em dos eventos, então eu não consigo acreditar que calouros não possam produzir, na verdade incentivo é muito essa produção. Espero que ajude, eu uni informações de quatro palestras que eu fiz parte em um só documento. Foi esse plano que segui pra conseguir chegar na meta que eu havia traçado. Agora é com vocês!!! Pode baixar aqui, em PDF.
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
Seja um protagonista!
Em todas as oportunidades de
cursos, palestras e ações que eu posso participar, eu estou participando. O
último que entrei, me deu uma nova visão sobre um assunto que era meu e eu não
sabia. Por vezes sonhava em entrar em várias atividades que fizessem parte
da realidade do meu bairro, pois é nele e para ele que são voltados meus
maiores projetos.
Quando nós temos um sonho
específico, traçar metas fica muito mais fácil, e eu amo metas, faço de tudo
para cumpri-las. Uma delas era me envolver justamente em algo que desse retorno
à minha comunidade. Encontrei o Fala Tucunduba (vai ter uma postagem só pra falar dele), que me ensinou a ser um
protagonista no meu bairro.
E o que é ser um
protagonista? É atuar, modificar e destacar o meio em que você está. Não um
protagonismo de mídia, mas um protagonismo real. A faculdade me deu as asas que
eu precisava para abraçar os meus planos com mais coragem.
Tudo está se tornando palpável.
Vivenciar isso está me dando um novo olhar, tudo está me dizendo que é possível
e que é realidade. Não sou adepto do “você não pode mudar o mundo”, pois acho
que suas ações, mesmo que pequenas, podem causar um impacto. Pode mudar a vida
de alguém, e isso já é mudar o mundo, para melhor.
Um dos meus objetivos é
influenciar, é resgatar o jovem do determinismo social, isso sim não é real para ele. E
nós, enquanto graduandos, somos totais responsáveis por protagonizar isso e
influenciar outros a também protagonizar.
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
“Não Te Afoba”
Foi o que eu ouvi de um
professor na semana mais desgastante de agosto. Aquilo foi um soco no meu
estômago, mas eu aguentei. Passei a noite triste, descontei em tudo e em todos.
Muitos trabalhos acumulados depois do retorno da greve e das férias, minha vida
estava toda de cabeça para baixo e eu não sabia o que fazer, só queria uma
única mensagem que fizesse valer a pena meu esforço de segurar as pontas até
ali.
E recebi...
Na seguinte ao ouvir aquela
bomba, recebi o e-mail que me faria o garoto mais feliz daquela biblioteca. A
carta de aceite do congresso para o artigo que eu havia enviado. Foram meses
idealizando apresentar um trabalho no primeiro encontro estadual que eu iria
participar, meses estudando, lendo e escrevendo. Não consegui uma orientação
direta, mas de pouquinho em pouquinho, consegui fechar o artigo e encaminhar
para o evento.
E eu apresentei...
No dia da apresentação eu
estava muito nervoso, com medo de dar errado, apavorado que me diminuíssem por
ser calouro, mas fui mesmo assim. Eu precisava mostrar ali tudo o que eu tinha
aprendido e vivenciado. Eu apresentei, e naquele momento tudo valeu a pena. Foi uma felicidade, um sentimento de dever cumprido, inexplicável. E eu quero que todos possam sentir isso.
Não deixe ninguém dizer que
você não pode, por ser novo ou por qualquer outra coisa. Existia um lema
comigo na época do cursinho, que nunca saiu de mim. Ele é assim: Se eu quero, se
eu posso... eu consigo.
Estudar vale a pena, a pesquisa te deixa uma pessoa melhor. Ler, aprender todos os dias é uma construção, que quando feita com um propósito, é gratificante demais. Tenha um propósito. Tenho um sonho. Execute seus planos. Trabalhe com toda a sua vontade para realiza-los.
Seja calouro, seja veterano,
somos gente. Gente que pensa, que lutou para entrar no lugar que é almejado por
muitos. Não permita que parem seus sonhos e planos. Produza!
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Vida Financeira X Vida Acadêmica X Vida Social
Os três universos que dependem um do outro para serem bem-sucedidos,
ou não. Infelizmente a grande maioria dos estudantes dependem dos pais e ainda
não conseguiram um emprego/estágio razoável para a sua sobrevivência nesse
quadro torto que é a vida e suas vertentes.
Nesse sentido, eu temo que esse número de Jovens Estudantes
vive cheios de dúvidas e preocupações, pois, de fato, não há algo solido para
se ter segurança na jornada financeira, acadêmica e social. As preocupações que
tiram o sono, que te propõe a desistência de tudo, te coloca numa posição de
indefesa e submissão, não te permite seguir feliz no plano que, teoricamente,
está dando certo... a entrada na universidade. Parecia, para mim, que tudo ia
ser diferente. Bom, grande parte sim mudou, mas outras continuam estáticas e a
minha necessidade de muda-las aumenta a cada dia que passa.
Buscar estágios, enviar currículos, pensar em como
conseguir um sustento fixo mensal de renda... são buscas incessantes que me
deixam cada vez mais neurado com tudo. Eu sempre foco na perspectiva de que
tudo vai melhorar no próximo mês, que aquele currículo enviado a meses será,
enfim, respondido.
Enquanto isso a procrastinação se faz presente e a
vontade de não procrastinar também, e nessa, meus leitores, vamos até o início
das aulas. Minha faculdade entrou em greve um mês antes das férias, contado que
o próximo mês seria o início do segundo semestre, sinto o cheiro do desespero
em correr contra o tempo para repor e começar o semestre seguinte. Será uma
loucura, mas, por favor, uma preocupação de cada vez, um dia após o outro,
vivendo, existindo, e sempre sorrindo.
domingo, 1 de julho de 2018
Realizando Um Sonho!
Desde que eu comecei a me
entender como ser humano, algo dentro de mim gritava. Um sentimento de querer
mudar o mundo no coração de uma criança que não sabia cuidar nem de si. Mas
aquele sentimento nunca passou, cresci, fui me formando humanamente em igrejas,
escola, grupos de amigos e até chegar no cursinho eu só sabia o que eu queria,
porém, não sabia como...
Ao passar três anos numa
briga interna de estudar e procrastinar, percebe que eu precisava ter um foco,
e meu sonho pôde ser retomado. No ano de 2017 eu me dei aos estudos de uma
forma muito avassaladora (o primeiro post do blog fala sobre esse momento), e
em cada estudo, eu sempre, SEMPRE, me imagina repassando ele para alguém,
queria mostrar meus resumos para todos os adolescentes e jovens que estavam
naquele ano no ensino médio e não sabem por onde começar. Eu só queria ajudar,
me via levando essas informações a quem quisesse ouvir, a quem estivesse
disposto a aprender. Meu primeiro propósito ao entrar na Universidade era
procurar algum movimento social que eu pudesse exercer aquilo que eu planejava,
mas nenhum eu de fato me encaixava, até conhecer o Cursinho Popular TF Livre.
No meu bairro (TERRA FIRME)
eu encontrei esse grupo de pessoas que planejaram dar aulas de graça para os
estudantes da periferia, é ou não é o meu espaço de fala? Bom, e foi assim,
conhecendo esse projeto, que fui proporcionado a realizar meu maior sonho. Consegui
passar uma aula para oito jovens que pretendem prestar o ENEM e não podem pagar
um curso elitizado. Eu vi, no rostinho cansado de cada um deles, a vontade de
crescer, de conquistar, de conseguir, seja lá o que for que eles planejam, mas
que os motiva a passar um sábado inteiro estudando.
Fui professor, foi um
informante. Esse sentimento de realização me motiva a aprender mais e mais para
ajudar quantos mais quiserem ajuda. Sou grato pelas minhas oportunidades
aparecerem e eu não dispensá-las! E é por isso que eu estou planejando algo,
que se der certo, venho contar para vocês de primeira mão. Se eu posso, se eu
aguento essa batalha que quero travar, eu vou travar! Eu vou lá e vou fazer!
Pois muitos estão dependendo de mim, de uma forma ou de outra, eu estou ali para
dar suporte a um rostinho que quer brilhar! Eu sei que esse mundo vai querer
bagunçar com tudo, como faz todos os dias, mas se não for assim, nem tem graça!
“Resistência
popular da periferia para a universidade”
Terra
Firme, Belém-PA
quinta-feira, 7 de junho de 2018
A Militância e a Vida Acadêmica
Todo esse texto foi
produzido por alguém que é considerado de esquerda, amo um movimento social,
uma luta da periferia. Logo, será total a favor do sentimento ativista, não
entenda como indução, mas como um pedido.
Desde quando eu me entendo
por gente, sinto um desejo por justiça e por ajudar quem precisa, e isso
reflete em mim dentro da universidade. Sempre vi o ensino superior como um
mecanismo para ajudar as pessoas, sempre achei que era o que eu precisava para
dar procedimento aos meus sonhos e planos futuros (isso é para um outro
momento), enfim, eu esperei para entrar numa universidade para pôr em prática o
sonho de criança, não que precise esperar tanto, mas eu quis assim.
Ao entrar na UEPA, percebi a
falta desse tipo de movimento dentro do meu curso, o que me deixou muito
surpreso, porém, depois de idas e vindas, estou em um momento lá dentro onde
muito sobre movimentos sociais está nascendo. Uma união por uma causa, um engajamento
para que assuntos “delicados”, sejam debatidos.
Mas a onde eu quero chegar? Eu
quero te mostrar, meu caro leitor, o que está por trás de alguém que não
consegue dormir direito sabendo das causas que precisam de ajuda, estão aí. Um cansaço
psicológico, as lutas externas e internas, dentro do próprio movimento e as
escolhas que temos que fazer, nos tiram pedaços todos os dias, nos machuca, nos
tira a paz.
A dor é constante por coisas
que já deveriam ter sido superadas, é aí que devemos procurar forças, em alguém,
em algo, para continuar. A questão é que não podemos desistir, não podemos
parar. Existe uma criança, nesse exato momento, que depende de você para
conseguir sair do buraco que ela se encontra. É a sua mão que vai estar puxando
ela daquele lugar. São os seus artigos que vão fazer com que ela seja vista por
alguém que também possa ajuda-la.
Portanto, não desista. Toda via,
se cure. Não deixe que isso te consuma. Procure ajuda, amigos, algum
profissional. Pense que isso tudo vai doer, ou está doendo, mas é para algo
maior, para um bem maior! Você é um canal. Você pode. Você não está sozinho, eu
estou com você, muita gente está com você.
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