domingo, 4 de novembro de 2018

Quadro Didático da Epistemologia e História do Pensamento Geográfico

Uma das atividades que eu mais gostei de elaborar, porque antes do professor pedir, eu já estava montando resumos de cada escola geográfica que era passada, por isso ficou mais fácil pra mim. Demorei pra postar, o professor demorou a lançar a nota, e eu não tinha certeza se estava certa, mas estava. Tirei nota máxima. Aos graduandos da Geografia, atentos, isso ajudaria muito vocês.

domingo, 30 de setembro de 2018

Como faz um artigo?

Olá gente, eu não lembro se já havia comentado aqui, mas estava há um tempo querendo construir um guia simples para ajudar os discentes a construir Artigos. Hoje eu elaborei um, e estou muito feliz em compartilhar com vocês, espero que ajude. Eu construí um no primeiro semestre do meu curso, apresentei em dos eventos, então eu não consigo acreditar que calouros não possam produzir, na verdade incentivo é muito essa produção. Espero que ajude, eu uni informações de quatro palestras que eu fiz parte em um só documento. Foi esse plano que segui pra conseguir chegar na meta que eu havia traçado. Agora é com vocês!!! Pode baixar aqui, em PDF. 

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Seja um protagonista!


Em todas as oportunidades de cursos, palestras e ações que eu posso participar, eu estou participando. O último que entrei, me deu uma nova visão sobre um assunto que era meu e eu não sabia. Por vezes sonhava em entrar em várias atividades que fizessem parte da realidade do meu bairro, pois é nele e para ele que são voltados meus maiores projetos.

Quando nós temos um sonho específico, traçar metas fica muito mais fácil, e eu amo metas, faço de tudo para cumpri-las. Uma delas era me envolver justamente em algo que desse retorno à minha comunidade. Encontrei o Fala Tucunduba (vai ter uma postagem só pra falar dele), que me ensinou a ser um protagonista no meu bairro.

E o que é ser um protagonista? É atuar, modificar e destacar o meio em que você está. Não um protagonismo de mídia, mas um protagonismo real. A faculdade me deu as asas que eu precisava para abraçar os meus planos com mais coragem.

Tudo está se tornando palpável. Vivenciar isso está me dando um novo olhar, tudo está me dizendo que é possível e que é realidade. Não sou adepto do “você não pode mudar o mundo”, pois acho que suas ações, mesmo que pequenas, podem causar um impacto. Pode mudar a vida de alguém, e isso já é mudar o mundo, para melhor.

Um dos meus objetivos é influenciar, é resgatar o jovem do determinismo social, isso sim não é real para ele. E nós, enquanto graduandos, somos totais responsáveis por protagonizar isso e influenciar outros a também protagonizar.



quarta-feira, 19 de setembro de 2018

“Não Te Afoba”


Foi o que eu ouvi de um professor na semana mais desgastante de agosto. Aquilo foi um soco no meu estômago, mas eu aguentei. Passei a noite triste, descontei em tudo e em todos. Muitos trabalhos acumulados depois do retorno da greve e das férias, minha vida estava toda de cabeça para baixo e eu não sabia o que fazer, só queria uma única mensagem que fizesse valer a pena meu esforço de segurar as pontas até ali.

E recebi...

Na seguinte ao ouvir aquela bomba, recebi o e-mail que me faria o garoto mais feliz daquela biblioteca. A carta de aceite do congresso para o artigo que eu havia enviado. Foram meses idealizando apresentar um trabalho no primeiro encontro estadual que eu iria participar, meses estudando, lendo e escrevendo. Não consegui uma orientação direta, mas de pouquinho em pouquinho, consegui fechar o artigo e encaminhar para o evento.

E eu apresentei...

No dia da apresentação eu estava muito nervoso, com medo de dar errado, apavorado que me diminuíssem por ser calouro, mas fui mesmo assim. Eu precisava mostrar ali tudo o que eu tinha aprendido e vivenciado. Eu apresentei, e naquele momento tudo valeu a pena. Foi uma felicidade, um sentimento de dever cumprido, inexplicável. E eu quero que todos possam sentir isso.

Não deixe ninguém dizer que você não pode, por ser novo ou por qualquer outra coisa. Existia um lema comigo na época do cursinho, que nunca saiu de mim. Ele é assim: Se eu quero, se eu posso... eu consigo.

Estudar vale a pena, a pesquisa te deixa uma pessoa melhor. Ler, aprender todos os dias é uma construção, que quando feita com um propósito, é gratificante demais. Tenha um propósito. Tenho um sonho. Execute seus planos. Trabalhe com toda a sua vontade para realiza-los.

Seja calouro, seja veterano, somos gente. Gente que pensa, que lutou para entrar no lugar que é almejado por muitos. Não permita que parem seus sonhos e planos. Produza!



segunda-feira, 16 de julho de 2018

Vida Financeira X Vida Acadêmica X Vida Social


Os três universos que dependem um do outro para serem bem-sucedidos, ou não. Infelizmente a grande maioria dos estudantes dependem dos pais e ainda não conseguiram um emprego/estágio razoável para a sua sobrevivência nesse quadro torto que é a vida e suas vertentes.

Nesse sentido, eu temo que esse número de Jovens Estudantes vive cheios de dúvidas e preocupações, pois, de fato, não há algo solido para se ter segurança na jornada financeira, acadêmica e social. As preocupações que tiram o sono, que te propõe a desistência de tudo, te coloca numa posição de indefesa e submissão, não te permite seguir feliz no plano que, teoricamente, está dando certo... a entrada na universidade. Parecia, para mim, que tudo ia ser diferente. Bom, grande parte sim mudou, mas outras continuam estáticas e a minha necessidade de muda-las aumenta a cada dia que passa.

Buscar estágios, enviar currículos, pensar em como conseguir um sustento fixo mensal de renda... são buscas incessantes que me deixam cada vez mais neurado com tudo. Eu sempre foco na perspectiva de que tudo vai melhorar no próximo mês, que aquele currículo enviado a meses será, enfim, respondido.

Enquanto isso a procrastinação se faz presente e a vontade de não procrastinar também, e nessa, meus leitores, vamos até o início das aulas. Minha faculdade entrou em greve um mês antes das férias, contado que o próximo mês seria o início do segundo semestre, sinto o cheiro do desespero em correr contra o tempo para repor e começar o semestre seguinte. Será uma loucura, mas, por favor, uma preocupação de cada vez, um dia após o outro, vivendo, existindo, e sempre sorrindo.



domingo, 1 de julho de 2018

Realizando Um Sonho!


Desde que eu comecei a me entender como ser humano, algo dentro de mim gritava. Um sentimento de querer mudar o mundo no coração de uma criança que não sabia cuidar nem de si. Mas aquele sentimento nunca passou, cresci, fui me formando humanamente em igrejas, escola, grupos de amigos e até chegar no cursinho eu só sabia o que eu queria, porém, não sabia como...

Ao passar três anos numa briga interna de estudar e procrastinar, percebe que eu precisava ter um foco, e meu sonho pôde ser retomado. No ano de 2017 eu me dei aos estudos de uma forma muito avassaladora (o primeiro post do blog fala sobre esse momento), e em cada estudo, eu sempre, SEMPRE, me imagina repassando ele para alguém, queria mostrar meus resumos para todos os adolescentes e jovens que estavam naquele ano no ensino médio e não sabem por onde começar. Eu só queria ajudar, me via levando essas informações a quem quisesse ouvir, a quem estivesse disposto a aprender. Meu primeiro propósito ao entrar na Universidade era procurar algum movimento social que eu pudesse exercer aquilo que eu planejava, mas nenhum eu de fato me encaixava, até conhecer o Cursinho Popular TF Livre.

No meu bairro (TERRA FIRME) eu encontrei esse grupo de pessoas que planejaram dar aulas de graça para os estudantes da periferia, é ou não é o meu espaço de fala? Bom, e foi assim, conhecendo esse projeto, que fui proporcionado a realizar meu maior sonho. Consegui passar uma aula para oito jovens que pretendem prestar o ENEM e não podem pagar um curso elitizado. Eu vi, no rostinho cansado de cada um deles, a vontade de crescer, de conquistar, de conseguir, seja lá o que for que eles planejam, mas que os motiva a passar um sábado inteiro estudando.

Fui professor, foi um informante. Esse sentimento de realização me motiva a aprender mais e mais para ajudar quantos mais quiserem ajuda. Sou grato pelas minhas oportunidades aparecerem e eu não dispensá-las! E é por isso que eu estou planejando algo, que se der certo, venho contar para vocês de primeira mão. Se eu posso, se eu aguento essa batalha que quero travar, eu vou travar! Eu vou lá e vou fazer! Pois muitos estão dependendo de mim, de uma forma ou de outra, eu estou ali para dar suporte a um rostinho que quer brilhar! Eu sei que esse mundo vai querer bagunçar com tudo, como faz todos os dias, mas se não for assim, nem tem graça!

“Resistência popular da periferia para a universidade”

Terra Firme, Belém-PA



quinta-feira, 7 de junho de 2018

A Militância e a Vida Acadêmica


Todo esse texto foi produzido por alguém que é considerado de esquerda, amo um movimento social, uma luta da periferia. Logo, será total a favor do sentimento ativista, não entenda como indução, mas como um pedido.

Desde quando eu me entendo por gente, sinto um desejo por justiça e por ajudar quem precisa, e isso reflete em mim dentro da universidade. Sempre vi o ensino superior como um mecanismo para ajudar as pessoas, sempre achei que era o que eu precisava para dar procedimento aos meus sonhos e planos futuros (isso é para um outro momento), enfim, eu esperei para entrar numa universidade para pôr em prática o sonho de criança, não que precise esperar tanto, mas eu quis assim.

Ao entrar na UEPA, percebi a falta desse tipo de movimento dentro do meu curso, o que me deixou muito surpreso, porém, depois de idas e vindas, estou em um momento lá dentro onde muito sobre movimentos sociais está nascendo. Uma união por uma causa, um engajamento para que assuntos “delicados”, sejam debatidos.

Mas a onde eu quero chegar? Eu quero te mostrar, meu caro leitor, o que está por trás de alguém que não consegue dormir direito sabendo das causas que precisam de ajuda, estão aí. Um cansaço psicológico, as lutas externas e internas, dentro do próprio movimento e as escolhas que temos que fazer, nos tiram pedaços todos os dias, nos machuca, nos tira a paz.

A dor é constante por coisas que já deveriam ter sido superadas, é aí que devemos procurar forças, em alguém, em algo, para continuar. A questão é que não podemos desistir, não podemos parar. Existe uma criança, nesse exato momento, que depende de você para conseguir sair do buraco que ela se encontra. É a sua mão que vai estar puxando ela daquele lugar. São os seus artigos que vão fazer com que ela seja vista por alguém que também possa ajuda-la.

Portanto, não desista. Toda via, se cure. Não deixe que isso te consuma. Procure ajuda, amigos, algum profissional. Pense que isso tudo vai doer, ou está doendo, mas é para algo maior, para um bem maior! Você é um canal. Você pode. Você não está sozinho, eu estou com você, muita gente está com você.